quinta-feira, 10 de novembro de 2011

corpo humano

enlouqueci precipitadamente, fora de tempo, contestei o quanto grave foi a gota no oceano, mínima. importei a felicidade fora da última lágrima, fala aqui a igualdade da nova sociedade, dos criminoso aos reais cromos;
fala-me de diferenças, eu cá só vejo uma. roubar corações de outrem ou roubar o seu próprio coração formando uma barreira para todo o outrem que fora dele vive. quem saí, possivelmente não volta a entrar, morre, sem dó nem piedade sofre;
viajo por mim mesma e por ti mesmo ao mesmo tempo. 'pensa em mim', renasço neste regime caindo sobre a face, não passando por aí. 'cheira-me, beija-me'; desço as escadas, por sua vez escorregadias, impacientes;
estou-o a ouvir bater, cada vez mais aceleradamente. 'ama-me', escorrega, como uma criança no tão desejado parque infantil; gargalhadas sobre lágrimas de felicidade, de alegria, parou; está à vista um rio, barcos nem vê-los, mais uma vez, estou sozinha..
é verdade, eu também sou uma croma real, também roubo o meu próprio coração sarando-o com as melhores gases, com o melhor isolamento; tanto como sou ladra, roubando o teu. (que és tu ?);
..desço o a cascata de um maravilhoso rio, ajoelho-me por questão de educação: "casas comigo ?".

3 comentários:

Carminho disse...

está lindo :o

Carminho disse...

está lindo :o

Anónimo disse...

eu caso :$ ass: gon rosa <3