a minha perspectiva, não errada, oculta talvez para os olhos de quem não interessa, por outras palavras, para os traidores - como tu.
jogos psicológicos, organizados pela desgraça. não reconheço este puzzle (e já o construí e reconstruí mais que um bilião de vezes seguidas); as peças não conjugam jamais umas com as outras, a minha cabeça só não está a andar à volta porque algo a agarra a tudo o que me constrói. devias ter o partido de opinião contrária (a minha).
a lua está tão bonita e as estrelas tão brilhantes. o tempo hoje estava (continua a estar) deprimente, assim como a vida que ando a levar, como a vida que construí a teu lado. conheço uma parte do que me leva a outro mundo, uma viagem fascinante, ou melhor, conhecia. recorria frequentemente ao mundo das fantasias, dos castelos com dragões super perigosos, e das princesas salvas por homens como tu, por príncipes.
sinceramente, já perdi o medo de chorar, mas nunca hei-de perder o medo de sofrer, de viver uma farsa, que para não variar um pouco me possa enganar no coração mas que na cabeça não tem ponta por se onde pegar, não tem lógica.
desta vez talvez seja diferente, vou-te deixar ir sem qualquer compreensão ou questão, pois tudo o que sempre fui, abandonou-me quando chegas-te, mas voltará quanto te fores embora. vai, sem olhar para trás. traição, pecado, quero-me de volta.
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