sexta-feira, 15 de julho de 2011

sentimento oculto.

rebelde liberdade, tens algo amoroso no meio de tanto jeito em fazeres sofrer uma rapariga; em perderes tudo num segundo. quem diz tudo, diz construções melancólicas feitas por dois pequenos seres vulgares com uma cabeça tão perspicaz. espera! deixas-te tão rapidamente de reagir; tão livremente de sonhar. a tua vida está virada ao contrário; tento ajudar, tento aparecer como alguém prudente. mas quem sou eu? quem são todos aqueles que a cobarde vida levou como seres mortais? neste momento passou uma estrela cadente por mim. não a segui andando, mas seguia com os olhos. e lá ao fundo, no fim do céu, algo brilhava para mim. queria saber se eras tu.. se olhas por mim; tenho sérias duvidas se cada vez que me cai uma lágrima na lua cheia, não serás tu que a secas? egocentrismo, não interessa. neste mundo toda a gente combate; cada um por seu lado; cada um por sua pátria. algum dia haverá algo; 'não te mexas'. os teus olhos estão a brilhar, e o teu sorriso de orelha a orelha será sempre lindo, será magia? és quente, ardes como o fogo mas dentro de mim estás frio como o gelo; aliás, não há comparação, estás apenas longe, sozinho. não te abandono. nunca gostei de me sentir assim. de repente ouve-se algo. um barulho de uma bola a saltitar; no fim do mundo, apareces tu.. continuo a amar-te, mesmo com a rapidez que tens a mudar de opinião. somos tão iguais e tão diferentes. depois de tudo isto; sempre ficas comigo? brilha até sempre; mesmo que o sempre não exista.

1 comentário:

Inês Batalha Martinho disse...

Muito bom , gostei :)
Sigo :)

Passa pelo meu: http://inesbmartinho.blogspot.com/

Beijinhos,
Inês