e mais uma vez ela acordou (...) como teria sido se tudo tivesse mudado (?) se o que nós achassemos correcto fosse só e apenas o errado (?) e assim foi (...) como se o mundo estivesse prestes a acabar, cresceu (!) conheceu uma outra pessoa dentro de si própria, uma pessoa com garra, capaz de dar tudo por tudo, por coisas insignificantes, alguém que sabe o que quer, o que consegue, alguém pura (...) tentou, valeu (?) foi só mais uma tentativa, no meio de milhões delas, e tu não a compreendes-te, evitas-te conversas, histórias, abraços, palavras certas, evitas-te (...) em ti reinava a desconfiança, a liberdade a mais, a tal liberdade que ela não tinha, e que tu tinhas a mais, e voavas noites e noites longe dela, de tudo o que juntos construiram (!) não sei porquê, ambos sabiam o que se passava, lá no fundo eles já não conseguiam esconder nada um do outro, e assim se tornou algo fraco, algo que caiu (...) e ali caido eles partiram, cada um para o seu lado, caminho, cada um em transportes diferentes (...) como se não basta-se, como se não custa-se, ainda se ouvia "ainda aqui estás (?)" na esperança do reencontro, da paixão, do verdadeiro toque, abraço, beijo (...) a falta que se fazia ver e sentir, a falta que ninguém conhecia, apenas "eu e tu" apenas, eles (!) fugiam como se não houvesse nada para trás, como se não tivessem saudades, sem voltar as costas, não pensavam, simplesmente agiam, fingiam a felicidade, os sorrisos (!) mas tudo continuava e continua tão presente, é impossivel evitar, desculpem (...) não consegui evitar em expressar na terceira pessoa do plural, no "eles",
pois é a nossa história mas eu não a quero parar, não quero seguir sem ti, não dá, e eu percebo (...) no fim, vamos ser felizes, vamos seguir, vamos voar..
DÁ-ME O TEU SOCEGO, A TUA SEGURANÇA
(inêscardia04012011)
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